Na solidão

Eu pensava..” – E quando a notícia chegar, lágrimas falsas vão rolar.”
Aqueles que você nunca ouviu falar, até eles irão chorar..
Eu tinha meus dias difícil, assim como também tinha os de glórias.
Mas quando eu mais precisava, todos sumiam, iam embora.
Noite fria, os pensamentos em outra dimensão.
A vontade de viver, já não existia mais ali..
Na solidão da noite, a tristeza estava junto comigo. E a presença de um ombro amigo não se tinha ali..
Mas na minha cabeça tinha uma voz que me dizia para não desistir, que aquilo não acabava assim.
Que tudo era só uma fase.
Mas eu não conseguia suportar, a dor no peito, a solidão, a tristeza sem fim. Procurava uma solução.. Mas nada se encontrava alí..
Para mim era o fim.

Autoria: Elizângela Belo

Quão bom é amar

O amor cura. O amor transforma. O amor é a chave que abre qualquer porta.
Quão sortudo e vitorioso é aquele que descobre o sentido do amor, aquele que aprende a amar, aquele que sente, aquele que respirar o ar do amor.
Quem ama não é capaz de odiar.
Quem ama sente raiva, mas também sabe perdoar.
Quem ama, sabe disfarçar.
Amar é algo maravilhoso.
Amar é mágico. Amar é transformador.

Autoria: Elizângela Belo

Não espere, faça acontecer!

Ao conversar com as pessoas eu sempre percebi que todas elas estavam tristes, em busca da felicidade… Mas, eu me perguntava “onde elas pretendem achar essa tal felicidade?”
Todos nós sonhamos em ser feliz, certo? Ok! Mas o que fazemos para alcançar ( conquistar) essa felicidade? Exatamente, nada! Esperamos o outro trazer. Não nos movemos para nada. Mas o que muitos não sabem é que apenas nós mesmos somos capazes de trazer a felicidade/ser feliz.
Primeiramente se ame, seja auto suficiente. Não espere por ninguém para ser feliz. Sorria para si. Se ache linda (o).
Como podemos esperar algo que não temos?
Se ame em primeiro lugar, e depois espere o tal amor/felicidade do próximo, pois ele virá apenas para complementar a sua felicidade.

Autoria: Elizângela Belo

Falso

Você me obrigou a te soltar, e me expulsou do seu coração
Já não me ouso a pensar
que você me amou,
Teus olhos falam que me amam,
tua boca me deseja
teu coração clama por minha presença
mas, vós me obrigou a partir
E não me ouso a pensar que isso seja amor
por mais que eu te ame, isso é o fim.

Autoria: Elizângela Belo

Pare, e reflita!

Quando estamos tristes, as únicas coisas que queremos é sumir, morrer, simplesmente não existir. Quando alguém nos deixa triste, nos queríamos ter o poder de deletar a tal pessoa da nossa vida, se sente muito para baixo, o auto-estima some, nos sentimos inútil, imprestável, assim por diante..
Sabe por quê tudo isso? Porque no fundo somos carentes. Carentes de amor, carentes por atenção, somos fracos em relação a amor próprio. Não somos capazes de sermos feliz sem o outro, (aquele “outro” que você despreza ou vice versa). Mas, no final iremos aprender que apenas nós mesmos somos capazes de trazer a felicidade para si. Espero que não seja tarde demais..
Somos muito estranhos, queremos que nos amem, sem amar. Queremos reciprocidade do outro; mas, nós não damos para ele. Você reparou? Queremos tudo o que não damos. Queremos coisas que não somos dignos de possuir.
Eu sempre me faço essa pergunta: Será que alguém já AMOU de VERDADE? 75% das pessoas falariam que SIM. Mas, você já parou para pensar que talvez não seja amor? Não, né?! Pois é, somos assim, falamos o que dá na telha. Somos egoístas. Vivemos em um mundo onde quem mais fizer drama ganha. Não queremos assumir a responsabilidade de nossos atos imperfeitos.

Autoria: Elizângela Belo

“Minha tortura”

Foi na madrugada que eu descobri, que eu te amava.
Mas logo veio uma dor no meu peito
porque eu já tinha te deixado partir

Era na madruga que eu pensava em ti,
era na madruga que eu chorava pq eu não ia te ter mais na minha vida
era na madrugada que eu mais sofria

Minhas madrugadas eram triste, deprimentes, porque era nelas que eu parava pra pensar em ti
Foi na madrugada que eu descobri que você era importante, e especial para mim;

Porque só na madrugada eu pensava em você?
E, porque logo nela que eu também descobri que te perdi?

Autoria: Elizângela Belo